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	<title>Marcos Assi</title>
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	<description>Professor Marcos Assi</description>
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		<title>Contágio seca o crédito externo para as empresas</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 21:52:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Assi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O crédito externo fechou completamente para as empresas brasileiras em maio, como consequência direta da piora da crise na Europa. Desde o fim de abril, quando Braskem e Banco do Nordeste fecharam operações que somaram US$ 800 milhões (liquidadas no início de maio), nenhuma companhia se arriscou a acessar os mercados internacionais. O aumento da [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/CE1.jpg"><img class="alignleft  wp-image-9339" title="Crise europeia" src="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/CE1.jpg" alt="" width="180" height="118" /></a>O crédito externo fechou completamente para as empresas brasileiras em maio, como consequência direta da piora da crise na Europa. Desde o fim de abril, quando Braskem e Banco do Nordeste fecharam operações que somaram US$ 800 milhões (liquidadas no início de maio), nenhuma companhia se arriscou a acessar os mercados internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">O aumento da aversão ao risco que, aliada às medidas do governo, levou o dólar a superar a barreira de R$ 2, também acentuou a saída dos investidores de ativos mais arriscados em busca da segurança dos títulos do tesouro americano. Como consequência, os papéis das empresas brasileiras sofreram um aumento de 0,15 a 0,25 ponto percentual nos juros, no mercado secundário.</p>
<p style="text-align: justify;">A elevação do custo inviabiliza qualquer tentativa de captação de recursos, mesmo para as grandes empresas que se financiam de maneira recorrente, pois as taxas do secundário servem de base para as novas emissões corporativas.</p>
<p style="text-align: justify;">O estrangulamento do crédito externo ocorre após quatro meses de intenso fluxo de dólares para o Brasil. O país atraiu US$ 27,5 bilhões em captação de recursos no exterior neste ano, via lançamento de bônus e crédito sindicalizado &#8211; realizado com um pool de bancos. O quadro é bastante similar ao de 2011, quando as empresas aproveitaram as poucas janelas no início do ano para antecipar a captações de recursos e a rolagem de dívidas (trazendo US$ 34,6 bilhões no mesmo período do ano passado).</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas, portanto, estão capitalizadas. Mas o cenário é desafiador e coloca uma dúvida para o restante do ano. &#8220;Se a janela permanecer fechada por muito tempo, pode prejudicar alguns planos de investimentos&#8221;, diz Alexei Remizov, diretor do HSBC. &#8220;A expectativa é que a janela possa se abrir para empresas de primeira linha em algumas semanas, mas talvez as janelas sejam curtas&#8221;, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">Remizov, no entanto, não acredita em parada completa. &#8220;Os papéis de grande emissores brasileiros têm sido vistos como mais seguros no ambiente global. O Brasil tem crescimento, ainda que mais baixo. Não vejo parada completa de acesso, mas o custo pode subir e o investidor pode se tornar mais seletivo, com demanda limitada aos papéis de qualidade superior.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O crédito externo, importante complemento de longo prazo para o financiamento doméstico, é apenas um dos canais de contágio que começam a ser afetados pela piora recente da crise global em meio à expectativa de saída da Grécia da zona do euro. Estão ainda no radar dos especialistas, o comércio exterior (com queda de 22% em doze meses do preço das commodities), e a conta de capitais, sempre um fantasma nas crises passadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Como consequência, aumentou o temor entre os analistas de uma desaceleração ainda mais forte da atividade econômica. Os economistas começam a considerar pouco provável uma expansão acima de 3% para o PIB neste ano. Entre eles está David Beker, economista do Bank of America Merrill Lynch. Ele acreditava em expansão de 3,4%, mas dado o cenário atual, começou a refazer suas contas e diz que o crescimento &#8220;claramente vai ser abaixo de 3%&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;As pessoas olham para a Europa e tendem a dizer que o impacto relevante está na Europa emergente, menosprezando o impacto na América Latina. O que está claro é que na medida em que a crise não é restrita à Grécia, já que estamos em uma espiral de baixo crescimento que vai continuar por um período longo de tempo, isso claramente afeta o Brasil&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Para 2013, Beker se diz confortável com sua atual previsão de 4,2%. &#8220;A partir da segunda metade do ano, a economia vai se acelerar internamente e aumentar o carrego para o próximo ano.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Há ainda o temor de que haja uma saída de recursos estrangeiros do Brasil, dado que o estoque de investimento externo é muito grande. Se nos últimos anos o Brasil se inseriu na economia mundial e se beneficiou disso, com aumento das exportações e captação de poupança externa, de outro lado o cenário atual de baixo crescimento passa a afetar a atividade doméstica de maneira mais acentuada. &#8220;O Brasil não é uma economia isolada e a dependência tem aumentado, apesar do consumo interno ainda robusto&#8221;, avalia Beker.</p>
<p style="text-align: justify;">O nervosismo dos mercados e uma eventual saída de recursos poderia causar ainda uma maior desvalorização cambial. O BofA Merrill Lynch estima que o cambio de equilíbrio está na casa de R$ 2,1, mas pode se desvalorizar mais num cenário de estresse.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma crise de balanço de pagamentos, no entanto, foi descartada por Robério Costa, economista do Rabobank. &#8220;A possibilidade de crise cambial ou de balanço de pagamento é baixíssima. O país é muito mais robusto que no passado e o fluxo de financiamento do déficit externo é muito sólido, via investimento estrangeiro direto&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, pode haver uma diminuição da entrada de dólares, com menor incentivo para valorização do real, mas não uma reversão da tendência de forma a apresentar riscos ao financiamento da conta de capital. &#8220;Minha impressão é que, se os mercados se acalmarem minimamente, o dólar volta a se depreciar contra o real.&#8221;</p>
<p><em>Fonte: Fernando Travaglini , Valor Economico</em></p>

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		<title>11 empresários de sucesso contam quais foram seus piores erros na administração dos negócios</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 14:41:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Assi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Falta de preparo, longas jornadas de trabalho e desorganização são erros que quase culminaram no fechamento de suas empresas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify;"><a href="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/Gestão8.jpg"><img class="alignleft  wp-image-9335" title="Gestão" src="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/Gestão8.jpg" alt="" width="200" height="125" /></a>Os bons também erram. A afirmativa é comprovada por 11 empresários bem sucedidos em seus respectivos negócios que, em comum, guardam lembranças e ensinamentos dos erros que cometeram na administração de suas empresas. Da sociedade que não funciona ao fornecedor que não entrega o pedido conforme o combinado, eles contam como a falta de foco no empreendimento pode gerar transtornos quase irreversíveis. Confira a história desses empreendedores que erraram, mas perceberam suas falhas à tempo de não fechar as portas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>:: Pedro Chiamulera e Bernardo Lustosa</strong><em>(ClearSale)</em><br />
A falta de foco e a gestão desorganizada fizeram com que as boas ideias do empresário Pedro Chiamulera não atingissem todo seu potencial. Com as contas atrasadas e sem se preocupar em motivar os funcionários, 23 dos 25 empregados deixaram a empresa e ele quase quebrou.</p>
<p><strong>:: Walter Mancini </strong><em>(Famiglia Mancini)</em><br />
O piano-bar Camarim 37 é considerado pelo próprio empresário um negócio que não funciona mais. &#8220;As pessoas estão preocupadas com a saúde, não querem mais sair só para beber, especialmente quando o público é maduro&#8221;, avalia.</p>
<p><strong>:: Sebastião Rosa</strong><em> (Imaginarium)</em><br />
Durante um período curto de tempo, a empresa perdeu o foco e aventurou-se em outros segmentos. “Investimos em bem-estar, qualidade de vida e na época não estávamos preparados, o mercado não estava preparado”, conta o empresário. Curiosamente, Rosa diz enxergar hoje em dia novas oportunidades no setor.</p>
<p><strong>:: Rodrigo Oliveira </strong><em>(Mocotó, restaurante)</em><br />
Ao deixar os funcionários cumprirem uma jornada exaustiva e manter a mão de obra informal, o Mocotó viu sua equipe cometer mais erros e quase perdeu pessoas importantes para o negócio. Para não comprometer o atendimento e profissionalizar a gestão, registrou 54 empregados e mudou a política de benefícios da casa.</p>
<p><strong>:: Domingues Freitas</strong> <em>(Pizza D)</em><br />
Freitas fez questão de desenvolver uma massa diferente para sua pizza. No início, porém, algumas ficavam ressecadas, algo que ele só percebeu após pedir a opinião dos clientes. “Todos achavam a massa muito diferente”, conta. O jeito foi voltar para a cozinha, realizar testes e modificar alguns detalhes da receita até encontrar o ponto ideal para consumo.</p>
<p><strong>:: Celso Abrahão </strong><em>(Esfiha Juventus)</em><br />
Justamente abdicar de consultar os clientes durante tanto tempo. &#8220;Fazíamos a coisa do nosso jeito&#8221;, comenta Celso Abrahão. As pessoas tinham que enfrentar uma fila imensa na porta do restaurante só porque a empresa resistia a adotar o sistema delivery.</p>
<p><strong>:: Matthieu e Bénédicte</strong> <em>(Futon Company)</em><br />
Os sócios não planejaram a expansão das vendas para todo o País. Por isso, enfrentaram problemas de logística e perderam mercadorias danificadas que não resistiam ao transporte. Para corrigir o erro, criaram processos e passaram a entregar apenas algumas peças para fora do estado. Eles ainda tiveram dificuldades para treinar vendedores de outras localidades, que não sabiam transmitir o conceito do produto.</p>
<p><strong>:: Priscila Callegari </strong><em>(Cia Mao)</em><br />
Apostar em apenas uma fábrica para produzir seus calçados trouxe prejuízos para Priscila. A primeira encomenda resultou em 350 pares de sapatos fora do formato adequado. Não teve jeito, precisou refazer o pedido para um novo fornecedor. Outro erro foi abrir a primeira loja em uma pequena vila. &#8220;No Brasil, escolher bem o ponto de venda é fundamental&#8221;, afirma.</p>
<p><strong>:: Pascoal Ianonni</strong> <em>(Flexform)</em><br />
Trabalhar mais de 16 horas por dia fez o empresário ficar doente, se afastar da empresa e adiar o plano de expansão. O cansaço também fez Pascoal ficar improdutivo. “O corpo precisa de equilíbrio para funcionar bem.”</p>
<p><strong>:: Roberta Caruso</strong> <em>(Overland)</em><br />
Começar um negócio promissor, mas com muitos sócios (eram três). De acordo com a empresária, como a Overland crescia a passos lentos, o retorno financeiro não vinha. E isso gerava conflitos e frustrações. Assumir a empresa sozinha foi a solução encontrada por Roberta.</p>
<p><strong>:: Marcos Di Cunto Júnior</strong> <em>(Di Cunto, alimentação)</em><br />
A tradicional empresa demorou para perceber a importância de ter indicadores internos que permitiriam aos donos acompanhar o que acontecia em seu segmento de atuação. “Não olhar para fora e ver o que estava acontecendo fez com que a gente ficasse alguns passos atrás”, relata Marcos Júnior.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fonte: ESTADÃO PME</em></p>

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		<title>Cinco dicas para elaborar um plano de negócios eficaz</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 17:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Assi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CIOs têm sido constantemente forçados a aprimorarem suas habilidades de apresentação de projeto. A revista CIO americana listou algumas orientações que podem garantir o sucesso de um plano de negócio. Confira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify;"><a href="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/Help19.bmp"><img class="alignleft  wp-image-9331" title="Help" src="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/Help19.bmp" alt="" width="172" height="138" /></a>O que você prefere: preparar um business case para seu mais novo projeto ou fazer um tratamento de canal? Não será surpresa se escolher a segunda opção. A maioria dos executivos de TI detesta tudo que diz respeito a plano de negócio, políticas e o jargão financeiro mistificador. Atualmente, porém, a capacidade de montar um plano de negócios atrativo é uma competência fundamental para CIOs.</p>
<p style="text-align: justify;">Um plano de negócio forte é vital também para uma governança de TI eficaz, e ter um tornou-se mais importante do que nunca com a crescente fiscalização sobre a tomada de decisão corporativa. Existe uma urgência real de fazer isso direito. A tomada de decisão está muito mais visível do que antes. Nos últimos dois anos, os CIOs têm estado diante de oportunidades raras de definir o valor do negócio de TI.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas oportunidades são fundamentais, já que muitos CIOs estão com a credibilidade em baixa. Hoje, aquele que não consegue demonstrar o valor da tecnologia para sua organização corre o risco de perder seu lugar na diretoria. Por isso, é extremamente positivo para a carreira de um executivo de TI liderar um projeto bem-sucedido, suportado por um plano de negócios robusto, com benefícios comprovados.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer saber se suas habilidades precisam ser aprimoradas? O CIO que conseguir colocar em prática as cinco regras essenciais apresentadas a seguir tem mais chances de vender seu projeto como uma iniciativa vencedora.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1 &#8211; CONHEÇA AS NECESSIDADES DE SUA EMPRESA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Antes de começar a criar um business case, o executivo de TI precisa obter algumas informações financeiras sobre sua empresa. A maioria delas, por exemplo, impõe uma taxa de retorno para custear um projeto. Se o projeto for analisado diligentemente e puder atingir uma taxa de retorno considerável, então será de grande interesse para os acionistas adotá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">As taxas de retorno não mudam muito no curto prazo. Exceto no caso de um investimento em infraestrutura (upgrade de rede, por exemplo), o CIO terá de provar que pode atingir esse patamar ou não há sentido em continuar. Às vezes os líderes de TI cometem o erro de acreditar que a taxa de retorno não se aplica a projetos de tecnologia da informação. Ou presumem que ela não exista.</p>
<p style="text-align: justify;">O executivo de TI também precisa saber quais outros projetos corporativos estão disputando recursos. Avalie o valor financeiro de cada projeto como se fosse uma máquina, porque é contra isso que estará competindo. O CEO vê os projetos de tecnologia disputando cabeça a cabeça com os principais projetos de negócio, portanto o CIO deveria pensar o mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa mesma disputa por recursos acontece dentro da área de TI. Antes de decidir quais projetos vai executar no ano, reúna-se com seus colegas da área de negócio e faça a eles algumas perguntas estreitamente ligadas ao valor do projeto para a instituição. Com base nas respostas, ela aqueles mais necessários para a orgnaização, não só do ponto de vista operacional mas também do estratégico. Gerenciar o portfólio de TI em conjunto com a liderança de negócio, classificando os projetos propostos em categorias e definindo as metas para a quantidade de projetos que a empresa vai empreender em cada categoria é um bom começo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 &#8211; ENCONTRE UM PATROCINADOR NA ÁREA DE NEGÓCIOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É preciso ficar claro que, na maioria dos casos, os CIOs não devem empreender projetos de tecnologia sem o envolvimento ativo de executivos de negócio. É muito difícil para o grupo de tecnologia criar um business case se não houver uma parceria com a equipe de gerência de negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">O profissional de TI apresenta as alternativas de tecnologia para o problema, fornecendo dados sobre as implicações de recursos, custos e treinamento e suporte. O representante de negócio analisa as alternativas e determina qual é a mais benéfica e faz mais sentido para o negócio. O gerente de projeto estabelece o cronograma, define o escopo, identifica marcos e analisa recursos do projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns CIOs bem sucesdidos usam a tática de fazer o seu parceiro de negócio apresentar o business case ao comitê diretor executivo. E acompanham a apresentação para responder a qualquer pergunta sobre tecnologia. Essa abordagem demonstra que TI está alinhada com objetivos de negócio. Ele também encoraja os diretores de negócio a tratarem o CIO como seu consultor de TI interno confiável, o que ajuda muito a evitar projetos que não trarão benefícios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 &#8211; CRIE UM QUADRO DE CUSTO-BENEFÍCIO RACIONAL</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em parceria com o patrocinador da área de negócios, classifique o projeto por tipo e depois se aprofunde nos benefícios previstos. Os benefícios podem ser tangíveis e facilmente medidos (hard benefits) ou difíceis de quantificar e medir (soft benefits). As vantagens do projeto podem variar e incluir benefícios financeiros, alinhamento estratégico, maior satisfação do cliente e redução de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Inclua cenários diferentes para garantir um elemento de avaliação de risco. Se o retorno sobre o investimento (ROI) estiver baseado em aumento de vendas, por exemplo, o CIO precisa levar em conta o fato ddsse aumento talvez vir a ser inferior ao previsto ou nem ocorrer. Se os benefícios não se materializarem, terá de se desdobrar para explicar por que eles não deram resultado ou para realizar trabalho adicional e fazê-los acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser conservador nessa fase de obter a melhor relação custo-benefício ajudará muito a preservar sua credibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 &#8211; NÃO IGNORE OS SOFT BENEFITS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tradicionalmente, uma das maiores dificuldades de um plano de negócio é quantificar soft benefits, como o crescimento de imagem da marca e satisfação do cliente. Quando o profissional de TI tem a sorte de ter números tangíveis, às vezes tende a deixar essa discussão totalmente de lado. Mas é um erro deixar soft benefits de lado porque não dá para ninguém saber de antemão o que influencia os responsáveis pela tomada de decisão. Talvez o CIO pense que tem um plano de negócio irrefutável baseado em - hard benefits, mas o CEO esteja preocupado com outras questões estratégicas. Use os intangíveis como um amortecedor.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns projetos são necessários para promover metas corporativas estratégicas. Com freqüência, eles são difíceis de quantificar em termos de números. Nos primórdios da web, por exemplo, não havia métricas para avaliar o valor de criar um website. As empresas simplesmente acreditaram que a internet era o futuro do negócio. Hoje acontece o mesmo com os projetos de uso de redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5 &#8211; FAÇA O PARCEIRO DE NEGÓCIO USUFRUIR DOS BENEFÍCIOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não faça promessas que não possa cumprir. Em outras palavras, certifique- se de que a unidade de negócio que vai beneficiar-se do novo sistema assuma a responsabilidade formal de fazer os benefícios se concretizarem. Se um novo pacote de software vai reduzir o pessoal de RH, por exemplo, garanta que o diretor da área concorde em fazer os cortes. Cada iniciativa precisa de um fiador, e esse fiador é responsável por garantir que os resultados sejam alcançados. Para isso, aAs metas têm de ser estabelecidas no início e aprovadas antes que qualquer investimento seja feito.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando essa meta envolver ganhos de produtividade e redistribuição de pessoal, certifique-se da adesão dos líderes de negócio antes de comprometer dinheiro. Identifique os indivíduos que serão realocados depois que o sistema for implementado ou procure saber com quanto mais volume será preciso lidar sem acrescentar pessoal. Os chefes têm uma tendência natural a manterem seu pessoal, mesmo que tenham elaborado seu business case baseado em reduções de funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;">Como CIO, você pode fornecer tecnologia eficaz em termos de custos e isso é útil, mas não é capaz de gerar os benefícios sozinho.E o plano de negócio precisa refletir este fato básico.</p>
<p style="text-align: justify;">Preparar um plano de negócio é mais uma arte do que uma ciência. Mas, depois que se pega o jeito, pode ser divertido. E pode melhorar sua credibilidade e seu acesso ao CEO.</p>
<p><em>Fonte: Computerworld/EUA</em></p>

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		<title>Pré-Venda do Livro Gestão de Riscos com Controles Internos</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Assi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Prof. Marcos Assi]]></category>
		<category><![CDATA[Saint Paul Editora]]></category>

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		<description><![CDATA[A Saint Paul Editora esta realizando a Pré-venda do meu livro com um baita desconto e em duas vezes, caso queiram podem adquirir direto no site da Editora, MAS NECESSITAMOS FAZER O CADASTRO ANTES, e pode pegar o autógrafo no dia 25 de junho de 2012 na Livraria Cultura no Conjunto Nacional, basta um click [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">A Saint Paul Editora esta realizando a Pré-venda do meu livro com um baita desconto e em duas vezes, caso queiram podem adquirir direto no site da Editora, <strong>MAS NECESSITAMOS FAZER O CADASTRO ANTES</strong>, e pode pegar o autógrafo no dia 25 de junho de 2012 na Livraria Cultura no Conjunto Nacional, basta um click na imagem abaixo:</p>
<p><a href="http://www.saintpaul.com.br/gestao-de-riscos-com-controles-internos-1291.aspx" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-9326" title="pre-venda-gestaoderiscoscomcontrolesinternos" src="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/pre-venda-gestaoderiscoscomcontrolesinternos.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a></p>

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		<title>Governo quer liberar recursos de bancos e facilitar crédito para reativar venda de carros</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 10:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Assi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diagnóstico é que dificuldades colocadas pelos bancos para liberar financiamento a automóveis, por causa do elevado nível de inadimplência no segmento, são o principal entrave às vendas]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/Bancos-de-Montadoras8.jpg"><img class="alignleft  wp-image-9323" title="Bancos de Montadoras" src="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/Bancos-de-Montadoras8.jpg" alt="" width="168" height="133" /></a>Para ajudar a desovar os estoques das montadoras, o governo estuda liberar parte do dinheiro que os bancos são obrigados a manter depositados no Banco Central para aumentar o financiamento de automóveis. Além disso, a equipe econômica pode mudar as regras para ampliação do número de prestações e redução das entradas e das taxas de juros dessas operações.</p>
<p style="text-align: justify;">As medidas já foram discutidas entre representantes do Ministério da Fazenda e da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Agora, o ministro Guido Mantega levará as propostas para os bancos privados e avaliará a receptividade.</p>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico é que as dificuldades colocadas pelos bancos para liberar financiamento para automóveis, por causa do elevado nível de inadimplência nesse segmento, são neste momento o principal entrave às vendas do setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Em março, a taxa de calote no pagamento desse tipo de operação atingiu o nível recorde de 5,7%, de acordo com dados do Banco Central.</p>
<p style="text-align: justify;">Mantega já determinou que a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil aumentem o crédito para veículos, mas há uma avaliação de que sem Bradesco e Itaú ficará difícil dar fôlego a esse mercado. &#8220;São bancos que convivem mais com esse tipo de financiamento&#8221;, argumenta uma fonte.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Compulsórios.</strong> Pela ideia em discussão, o Banco Central poderia liberar uma parte dos depósitos compulsórios realizados pelos bancos, desde que os recursos sejam destinados para o financiamento de automóveis. Além disso, o Banco Central flexibilizaria as normas que regulam os empréstimos para veículos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em novembro do ano passado, a instituição já eliminou as restrições, colocadas no fim de 2010, para financiamentos em até 60 vezes. Foi mantida, entretanto, a regra mais dura para financiamento acima de cinco anos. Nesses casos, a exigência de capital para os bancos é 50% maior do que nas operações com até 60 prestações.</p>
<p style="text-align: justify;">Em entrevista ao <strong>Estado</strong>, publicada na quarta-feira, Mantega sinalizou as medidas, ao afirmar categoricamente que era preciso &#8220;dar uma flexibilizada nesse mercado&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, o ministro destacou que, embora o Banco Central tenha alterado as regras no fim de 2011, os bancos continuam cautelosos e não estão oferecendo financiamentos de mais longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, antes de colocar as medidas na rua, o ministro quer o engajamento dos bancos privados. Ele acredita na força da Caixa e do Banco do Brasil como indutores da concorrência.</p>
<p style="text-align: justify;">A demora do governo, no entanto, preocupa a Anfavea. As reuniões de representantes da entidade com a equipe do Ministério da Fazenda foram diárias esta semana. O único alento, neste momento, é a desvalorização do real. A expectativa do setor é de que o dólar mais caro desestimule as importações.</p>
<p><em>Fonte: Renata Veríssimo, de O Estado de S. Paulo</em></p>

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		<title>Contágio da crise se acentua no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 10:32:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Assi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anfavea]]></category>
		<category><![CDATA[Contágio da crise]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto sobre Operações Financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto sobre Produtos Industrializados]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>

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		<description><![CDATA[O contágio da economia brasileira pela crise na Europa se intensificou. O crédito externo parou completamente para as empresas em maio. Desde o fim de abril, quando Braskem e Banco do Nordeste fecharam operações no total de US$ 800 milhões, nenhuma outra companhia se arriscou a acessar os mercados internacionais. O aumento da aversão ao risco, que ao lado de medidas adotadas pelo governo levou o dólar a superar a barreira dos R$ 2, acentuou a saída de investidores. Em maio, a Bovespa já caiu 12,6%, o maior recuo desde outubro de 2008, auge da crise internacional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify;"><a href="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/Euro5.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9319" title="Euro" src="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/Euro5.jpg" alt="" width="172" height="141" /></a>Sensível aos apelos da indústria automobilística, o Ministério da Fazenda quer evitar que os estoques acumulados nas concessionárias e nos pátios das montadoras evolua para uma crise no setor. O governo pode agir nos próximos dias para baratear o crédito na aquisição de veículos, reduzindo de 0,5 a até um ponto percentual a alíquota de 2,5% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que incide nas operações de financiamento. A ideia é que a atuação oficial fique restrita ao crédito. Novos estímulos tributários à indústria estão praticamente descartados, uma vez que o espaço fiscal do governo para o ano está comprometido.</p>
<p style="text-align: justify;">Representantes da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) têm concentrado seus esforços em obter uma nova redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Na terça-feira, o presidente da Anfavea e da Fiat, Cledorvino Belini, se encontrou com o ministro Guido Mantega. No dia seguinte, voltaram a conversar por telefone. Ontem, representantes da Anfavea se reuniram com integrantes do alto escalão da Fazenda.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.valor.com.br/sites/default/files/gn/12/05/arte18pri-301-contagio-a1.jpg" alt="" width="529" height="355" /></p>
<p style="text-align: justify;">No governo, a avaliação é que o atual ciclo de crescimento acelerado no consumo de veículos está esgotado. Nos últimos 16 anos, o aumento da frota foi maior que o da população. Em 1996, ano que marca o início da nova onda de investimentos no setor, 17,6 milhões de carros, caminhões e ônibus rodavam pelo país. Em 2011, eram 34,9 milhões. A quantidade de habitantes por veículo, que mede o potencial do mercado, caiu de 9,1 para 5,5. Nos mercados maduros, como EUA e Japão, esse índice fica entre 1,2 e 1,7. A indústria está pronta para elevar a capacidade das fábricas brasileiras em 25% até 2015 &#8211; uma produção anual em torno de 5 milhões de veículos.</p>
<p style="text-align: justify;">Correr até o governo cada vez que as vendas diminuem é um exercício que as montadoras praticam desde a década de 50, mesmo que dias depois os resultados comecem a melhorar, como aconteceu neste mês. O volume de automóveis e comerciais leves licenciados na primeira quinzena de maio cresceu 9,74% em relação à primeira metade de abril. Na comparação com a primeira quinzena de maio de 2011, o resultado é 5,31% maior. Se esses números se repetirem até o fim do ano, as vendas ficarão ligeiramente abaixo do recorde de 3,663 milhões de unidades de 2011.</p>
<p><em>Fonte: Valor Economico</em></p>

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		<title>Pós-JP, Fed investigará outros bancos</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 10:26:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Assi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crise de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Dow Jones Newswires]]></category>
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		<category><![CDATA[presidente Barack Obama]]></category>
		<category><![CDATA[presidente do Fed Ben Bernanke]]></category>
		<category><![CDATA[presidente George W. Bush]]></category>

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		<description><![CDATA[As perdas de US$ 2 bilhões que o J.P. Morgan Chase teve em negócios com títulos levaram o Federal Reserve Bank (Fed, o banco central dos Estados Unidos) de Nova York a examinar como os bancos de sua jurisdição estão administrando uma onda de depósitos que vem inundando o sistema financeiro desde a crise de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify;"><a href="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/Lei-Dodd-Frank.jpg"><img class="alignleft  wp-image-9315" title="Lei Dodd-Frank" src="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/Lei-Dodd-Frank.jpg" alt="" width="218" height="148" /></a>As perdas de US$ 2 bilhões que o J.P. Morgan Chase teve em negócios com títulos levaram o Federal Reserve Bank (Fed, o banco central dos Estados Unidos) de Nova York a examinar como os bancos de sua jurisdição estão administrando uma onda de depósitos que vem inundando o sistema financeiro desde a crise de crédito. A informação foi dada ontem por fontes familiarizadas com a situação.</p>
<p style="text-align: justify;">O prejuízo anunciado na semana passada ocorreu em seu principal departamento de investimentos, que supervisiona cerca de US$ 360 bilhões em recursos que são a diferença entre os depósitos e o que o banco empresta.</p>
<p style="text-align: justify;">O Fed de Nova York está investigando como outros bancos que o órgão supervisor regula estão investindo os depósitos que não são emprestados, informou a fonte, que não está autorizada a discutir o assunto publicamente e não quis ser identificada.</p>
<p style="text-align: justify;">Os bancos estão lutando para administrar um afluxo de depósitos, uma vez que os investidores estão aproveitando uma garantia federal maior e a percepção de segurança dos maiores bancos. Os depósitos totais nas instituições seguradas pela Federal Deposit Insurance Corp. (FDIC) subiram para cerca de US$ 10,2 trilhões no fim do ano passado, em comparação a US$ 8,2 trilhões no terceiro trimestre de 2007. No mesmo período, os empréstimos totais caíram de US$ 7,7 trilhões para US$ 7,5 trilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Os títulos nas carteiras dos bancos cresceram de US$ 2 trilhões para US$ 2,9 trilhões, segundo dados da FDIC. Em outubro de 2008, o presidente George W. Bush sancionou uma lei que aumentava temporariamente a cobertura de seguro de depósitos de US$ 100 mil para US$ 250 mil por correntista. A lei Dodd-Frank de reorganização da regulamentação financeira, que o presidente Barack Obama sancionou em 2010, tornou esse aumento permanente.</p>
<p style="text-align: justify;">Jamie Dimon, presidente-executivo do J.P. Morgan, disse em uma conferência com analistas, em 10 de maio, após anunciar a perda, que todos os bancos têm &#8220;esses portfólios bem grandes&#8221; que investem o caixa excedente.</p>
<p style="text-align: justify;">Dimon encorajou a unidade a aumentar os lucros comprando ativos de rendimentos mais altos, incluindo crédito estruturado, ações e derivativos, segundo disseram ex-funcionários do banco em abril. &#8220;Devo salientar a todos que estão na linha, que vocês podem conferir que as instituições têm esses portfólios&#8221;, disse Dimon, referindo-se aos documentos dos balancetes trimestrais encaminhados às autoridades reguladoras. &#8220;Alguns bancos fazem certas coisas e alguns fazem outras. Mas para investir esses depósitos excedentes, você compra títulos. Isso vem acontecendo há 100 anos na atividade bancária.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente do Fed de Nova York, Daniel Tarullo, reformulou a abordagem supervisora do Fed de um processo de exame focado nos bancos, para uma visão mais sistêmica que compara as práticas de várias instituições ao mesmo tempo. O principal fórum para essas análises é o Large Institution Supervision Coordinating Committee, ou LISCC, que inclui supervisores graduados das representações regionais do Fed e também economistas, especialistas dos mercados financeiros e modeladores de tecnologia da informação.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estamos complementando a tradicional postura supervisora de firma por firma, com o uso rotineiro de análises horizontais (entre as firmas), para monitorar as práticas do setor, as negociações habituais e estratégias de financiamento, desenvolvimento de balanços, interconectividade e outros fatores com implicações para o risco sistêmico&#8221;, disse recentemente o presidente do Fed Ben Bernanke.</p>
<p style="text-align: justify;">Barbara Hagenbauch, porta-voz do Fed, não quis comentar o assunto ontem. Ela disse no começo da semana que o banco central, enquanto supervisor da companhia holding do J.P. Morgan, está estudando questões organizacionais em torno das perdas com transações, para garantir que elas não se repetirão em outras áreas do banco.</p>
<p style="text-align: justify;">As perdas reforçam a importância dos colchões de capital, disse ela. O Office of Comptroller of the Currency (OCC) informou esta semana que está examinando as atividades do J.P. Morgan e suas transações. &#8220;Nossos investigadores também estão avaliando as estratégias de gerenciamento de risco e as práticas empregadas em outros grandes bancos, para validar nosso entendimento sobre os níveis inerentes de risco e controlar esses riscos&#8221;. Disse Bryan Hubbard, porta-voz do OCC.</p>
<p style="text-align: justify;">O OCC supervisiona os bancos nacionais americanos, incluindo o J.P Morgan. Dimon anunciou as perdas que o banco teve com negócios com títulos em 10 de maio, dois meses após o maior banco americano em ativos ter passado no teste do Fed, que colocou seus empréstimos e títulos em um cenário de recessão grave e simulou um choque no mercado financeiro global. As posições falhas em negócios de crédito sintético poderão resultar em uma perda adicional de US$ 1 bilhão ou mais, na medida em que essas posições forem desfeitas, disse Dimon.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente do Federal Reserve de St. Louis, James Bullard, reiterou que os bancos classificados como &#8220;grandes demais para quebrar&#8221; deveriam ser divididos e citou especificamente o J.P. Morgan.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nós não precisamos que essas companhias sejam tão grandes quanto são&#8221;, disse Bullard, uma semana após o J.P. Morgan revelar uma perda de US$ 2 bilhões em operações. &#8220;Nós deveríamos dizer que queremos instituições menores que, então, possam fracassar se precisarem fracassar&#8221;, acrescentou, apesar de chamar o J.P. Morgan de &#8220;bom participante&#8221; do mercado. Segundo ele, &#8220;mesmo um bom participante como o J.P. Morgan pode perder muito dinheiro&#8221;. (Com Dow Jones Newswires)</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fonte: Caroline Salas Gage e Craig Torres | Bloomberg, Valor Economico</em></p>

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		<title>Maiores bancos do mundo necessitam de US$ 566 bi</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 10:19:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Assi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Acordo de Basileia 3]]></category>
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		<category><![CDATA[retorno sobre o patrimônio líquido]]></category>
		<category><![CDATA[ROE]]></category>

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		<description><![CDATA[Os 29 maiores bancos do mundo precisarão levantar US$ 566 bilhões de capital adicional, ou 23% a mais do que tinham ao final de 2011, para se adequarem às regras mais duras de capital mínimo do Acordo de Basiléia 3. A estimativa é da agência de classificação de risco Fitch e significa que o capital [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify;"><a href="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/Globo-I1.jpg"><img class="alignleft  wp-image-9311" title="Grandes demais para quebrar" src="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/Globo-I1.jpg" alt="" width="162" height="106" /></a>Os 29 maiores bancos do mundo precisarão levantar US$ 566 bilhões de capital adicional, ou 23% a mais do que tinham ao final de 2011, para se adequarem às regras mais duras de capital mínimo do Acordo de Basiléia 3.</p>
<p style="text-align: justify;">A estimativa é da agência de classificação de risco Fitch e significa que o capital adicional necessário representa três vezes os ganhos combinados desse grupo de bancos considerados grandes demais para quebrar.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.valor.com.br/sites/default/files/gn/12/05/arte18fin-201-fitch-c7.jpg" alt="" width="604" height="358" /></p>
<p style="text-align: justify;">Esse grupo de bancos tinha US$ 47 trilhões em ativos no total ao final de 2011. Embora o Acordo de Basiléia 3 deva ser implementado integralmente até dezembro de 2018, os bancos enfrentam pressões do mercado e de autoridades supervisoras para se capitalizarem mais rapidamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a Fitch, há três meios de fazer isso: retenção dos ganhos por pelo menos três anos, emitir novas ações ou reduzir os ativos ponderados pelo risco. A estratégia deve ser mista. Mas se as instituições decidirem apenas pela última medida, isso significaria corte de ativos de US$ 5,6 trilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">O aumento potencial de capital deve implicar numa redução de mais de 20% no retorno sobre o patrimônio líquido (ROE), de 11% dos últimos anos para entre 8% e 9% pelas novas regras.</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação da agência de risco, Basiléia 3 cria uma barganha para instituições financeiras, entre declínio no ROE, o que reduz sua capacidade para atrair capital, versus maior capitalização e menos riscos, o que beneficia investidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Para bancos que querem continuar a ter ROE entre 12% e 15%, a Fitch estima que Basiléia 3 cria incentivos para reduzir despesas ainda mais e aumentar o custo de créditos onde possível.</p>
<p style="text-align: justify;">O relatório da agência de risco é mais pessimista do que outras avaliações até agora feitas. O Banco Internacional de Compensações (BIS), o banco dos bancos centrais, recentemente calcou que 103 grandes bancos internacionais precisariam de € 486 bilhões adicionais, ou 1,4 vezes seus ganhos.</p>
<p style="text-align: justify;">O sentimento comum no mercado é de que os bancos dos Estados Unidos serão mais atingidos, por causa de mais exigência de capital para atividades de risco. Bancos europeus sofrem mais pressão com a nova definição do que conta como capital, algo que alguns países insistem em tentar alterar.</p>
<p style="text-align: justify;">O Conselho de Estabilidade Financeira (FSB, na sigla em inglês) selecionou no ano passado 29 bancos como grandes demais globalmente para quebrar (G-SIFIs, no jargão bancário) e impôs exigência de capital adicional para absorver perda potencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Em junho, a cúpula de líderes do G-20, reunindo as maiores economias desenvolvidas e emergentes, examinará no México as primeiras propostas para enquadrar os bancos sistemicamente importantes em nível nacional, o que inclui o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">O plano agora é a entidade apresentar em abril os primeiros resultados de modalidades para definir quais são os bancos domésticos grandes demais (D-SIBs).</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia dominante é de o FSB estabelecer os princípios sobre o que é uma grande instituição financeira doméstica do ponto de vista sistêmico, deixando para as autoridades nacionais os detalhes para reduzir os riscos de quebra dessas instituições sobre a economia nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso dos 29 bancos globais grandes demais para quebrar, o FSB definiu que eles terão que aumentar o seu capital em uma proporção de 1% a 2,5% de seus ativos ponderados pelo risco. Isso é complementar ao nível de capital próprio de 10,5% fixado para todos os bancos a partir de 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os bancos domésticos, o percentual será menor do que a faixa entre 1 e 2,5%. Mas as autoridades nacionais poderão impor exigência muito maior, dependendo do tamanho do banco para a economia local.</p>
<p><em>Fonte: Assis Moreira, Valor Economico</em></p>

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		<title>Coaf multa três empresas por não comunicar transações bancárias</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 15:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Assi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bazan Factoring Fomento Mercantil]]></category>
		<category><![CDATA[BS Factoring Fomento Comercial Ltda]]></category>
		<category><![CDATA[Coaf]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Controle de Atividades Financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Union National Fomento Mercantil]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) decidiu, em sessão realizada ontem, multar três empresas e seus respectivos proprietários pela não comunicação ao órgão de transações bancárias efetuadas acima do limite previsto. Somadas, as multas chegam a R$ 334,5 mil. A decisão foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União. O órgão vinculado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify;"><a href="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/Coaf2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9305" title="Coaf" src="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/Coaf2.jpg" alt="" width="138" height="69" /></a>O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) decidiu, em sessão realizada ontem, multar três empresas e seus respectivos proprietários pela não comunicação ao órgão de transações bancárias efetuadas acima do limite previsto. Somadas, as multas chegam a R$ 334,5 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União. O órgão vinculado ao Ministério da Fazenda centraliza informações para identificar ocorrências de atividades ilícitas, relacionadas à lavagem de dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">As multas são pelo descumprimento da obrigação de comunicar ao Coaf, operações em valores superiores a R$ 10 mil, cujos pagamentos foram realizados em contas de terceiros e com clientes de outras cidades. E em valores superiores a R$ 50 mil, cujos pagamentos foram realizados em contas de terceiros não integrantes das cadeias produtivas dos clientes, e em outras praças.</p>
<p style="text-align: justify;">A Union National Fomento Mercantil recebeu multa de R$ 85 mil, que corresponde a 1% do valor total das transações não comunicadas ao Coaf. Os sócios da empresa, por sua vez, vão ter que pagar, cada um, R$ 42 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa BS Factoring Fomento Comercial Ltda foi multada em aproximadamente R$ 76 mil – o que corresponde também a 1% do valor total das operações não comunicadas ao Conselho. Um dos sócios, Francisco Benedito da Silveira Filho, foi penalizado em R$ 75 mil. Para o outro, José Sidnei Belo, a multa foi mais branda, de R$ 759.</p>
<p style="text-align: justify;">O Coaf também multou em R$ 6,9 mil a empresa Bazan Factoring Fomento Mercantil e o sócio administrador Evanio Vicente Baschirotto. O valor é equivalente a 1% do valor total das transações não comunicadas ao Conselho.</p>
<p><em>Fonte: Azelma Rodrigues, Valor Economico</em></p>

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		<title>Banco privado eleva tarifas de serviços após cortar juros</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 12:42:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Assi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[emissão de cartão pré-pago em moeda estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[Febraban]]></category>
		<category><![CDATA[Pro Teste]]></category>
		<category><![CDATA[reduções nas taxas de juros]]></category>
		<category><![CDATA[saques de conta corrente]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas de serviços]]></category>
		<category><![CDATA[venda de cheque de viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Os bancos privados subiram algumas das tarifas de serviços mais usados pelos consumidores após anunciarem as reduções nas taxas de juros para empréstimos. Levantamento feito com dados do Banco Central comparando as tarifas cobradas em 2 de abril e em 14 de maio, após os cortes nos juros, mostra que as tarifas cobradas para saques [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/calculadora_andre_conti-AE1.jpg"><img class=" wp-image-9299  alignleft" title="Corte de juros e aumento das tarifas" src="http://marcosassi.com.br/wp-content/uploads/calculadora_andre_conti-AE1.jpg" alt="" width="210" height="175" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os bancos privados subiram algumas das tarifas de serviços mais usados pelos consumidores após anunciarem as reduções nas taxas de juros para empréstimos.</p>
<p style="text-align: justify;">Levantamento feito com dados do Banco Central comparando as tarifas cobradas em 2 de abril e em 14 de maio, após os cortes nos juros, mostra que as tarifas cobradas para saques de conta corrente e poupança (feitos no guichê além do mínimo permitido gratuitamente) subiram 11,88%.</p>
<p style="text-align: justify;">Os extratos mensais feitos no caixa ou por outras formas de atendimento pessoal (após o mínimo oferecido gratuitamente) tiveram alta de 14,21% na média.</p>
<p style="text-align: justify;">A tarifa que mais aumentou foi a cobrada para venda de cheque de viagem ou emissão de cartão pré-pago em moeda estrangeira. A tarifa mais que dobrou: passou de R$ 21,2 para R$ 42,67 (aumento de 101,27%).</p>
<p style="text-align: justify;">Somadas todas as tarifas, o aumento médio foi de 1,56%.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Pro Teste, os bancos condicionam a oferta dos juros menores no crédito à adesão a um pacote com tarifas mais elevadas. &#8221;A diferença de tarifa mensal no empréstimo pode dar um valor expressivo, em alguns casos até tornar o empréstimo mais caro do que nas condições anteriores&#8221;, aponta Verônica Dutt-Ross, economista da associação.</p>
<p style="text-align: justify;">A Pro Teste aponta ainda que os reajustes em serviços muito utilizados pelos clientes é suficiente para gerar um aumento de receita considerável.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Febraban, no ano passado, quase todas as tarifas sofreram reajuste médio abaixo da inflação, de 6,5%.</p>
<p style="text-align: justify;">O Santander diz que não alterou as tarifas de seus produtos e que comunica previamente ao cliente qualquer mudança. HSBC, Itaú e Bradesco não comentaram.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VEJA A VARIAÇÃO NAS TARIFAS DOS BANCOS &#8211; Fonte Banco Central</strong></p>
<table width="567" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5 align="center"><strong>SERVIÇO</strong></h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center"><strong>TARIA MÉDIA 2.abr.12</strong></h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center"><strong>TARIA MÉDIA 14.mai.12</strong></h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center"><strong>VARIAÇÃO</strong></h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5 align="center"><strong>Cadastro                                                          </strong></h5>
</td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="76"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Confecção de cadastro para início de relacionamento</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">392,44</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">431,84</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">10,04%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5 align="center"><strong>Conta de depósitos                                                    </strong></h5>
</td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="76"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Cheque &#8211; Exclusão do Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundo (CCF)</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">30,3</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">30,87</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">1,88%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Cheque &#8211; Contra-ordem e oposição ao pagamento de cheque</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">12,17</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">12,33</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">1,31%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Cheque &#8211; Fornecimento de folhas de cheque</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">4,68</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">4,75</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">1,50%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Cheque &#8211; Cheque Administrativo</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">101,21</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">101,71</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,49%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Cheque &#8211; Cheque Visado</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">15,14</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">15,71</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">3,76%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Saque de conta de depósitos à vista e de poupança &#8211; Saque pessoal</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">2,02</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">2,26</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">11,88%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Saque de conta de dep. à vista e de poupança &#8211; Saque correspondente</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">1,76</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">2,39</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">35,80%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Depósito Identificado</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">2,46</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">2,47</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,41%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Fornecimento de extrato de um periodo conta dep. à vista e poupança &#8211; pessoal</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">3,66</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">4,18</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">14,21%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Forn. de ext. de um periodo conta dep. à vista e poup. &#8211; correspondente bancário</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">2,9</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">4,31</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">48,62%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Ext. mensal de conta de dep. à vista e poup. p/um período &#8211; pessoal</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">3,73</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">4,29</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">15,01%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Ext. mensal de conta de dep. à vista e poup. p/um período &#8211; correspondente bancário</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">2,58</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">3,98</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">54,26%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Fornecimento de cópia de microfilme, microficha ou assemelhado</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">8,02</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">8,73</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">8,85%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5 align="center"><strong>Tranferência de recursos        </strong></h5>
</td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="76"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Transferência agendada por meio de DOC/TED &#8211; agendado pessoal</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">84,14</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">84,28</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,17%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Transferência agendada por meio de DOC/TED &#8211; agendado internet</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">97,2</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">97,38</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,19%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Transferência entre contas na própria instituição- pessoal</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">60,63</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">60,75</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,20%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Transferência entre contas na própria instituição &#8211; eletrônico/internet</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">76,16</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">76,31</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,20%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Ordem de Pagamento</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">97,73</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">97,58</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-0,15%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Transferência por meio de DOC &#8211; pessoal</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">81,29</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">81,7</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,50%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Transferência por meio de DOC &#8211; eletrônico</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">111,19</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">111,67</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,43%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Transferência por meio de DOC &#8211; internet</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">130,7</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">128,54</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-1,65%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Transferência por meio de TED &#8211; TED pessoal</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">81,44</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">81,82</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,47%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Transferência por meio de TED &#8211; TED eletrônico</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">116,3</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">116,9</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,52%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Transferência por meio de TED &#8211; TED internet</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">137,51</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">135,03</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-1,80%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Operações de crédito de arrendamento mercantil</h5>
</td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="76"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Concessão de adiantamento a depositante</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">96,88</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">97,46</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,60%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Pacote padronizado Pessoa Física</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">28,69</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">29,13</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">1,53%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5 align="center"><strong>Cartão de crédito                                      </strong></h5>
</td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="76"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Utilização de canais de atend. para retirada em espécie &#8211; no país</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">12,91</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">12,75</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-1,24%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Pagamento de contas utilizando a função crédito em espécie</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">4,93</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">4,84</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-1,83%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Avaliação emergencial de crédito</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">13,31</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">13,69</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">2,85%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Utilização de canais de atend. para retirada em espécie &#8211; no exterior</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">17,41</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">17,27</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-0,80%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5 align="center"><strong>Operação de câmbio manual                              </strong></h5>
</td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="76"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Venda de moeda estrangeira &#8211; espécie</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">139,25</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">140,08</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,60%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Venda de moeda estrangeira &#8211; cheque de viagem</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">21,2</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">42,67</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">101,27%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Venda de moeda estrangeira &#8211; cartão pré-pago &#8211; emissão e carga</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">21,2</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">42,67</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">101,27%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Venda de moeda estrangeira &#8211; cartão pré-pago &#8211; recarga</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">21,2</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">42,67</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">101,27%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Compra de moeda estrangeira &#8211; espécie</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">105,92</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">109,31</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">3,20%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Compra de moeda estrangeira &#8211; cheque de viagem</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">33,82</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">51,69</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">52,84%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Compra de moeda estrangeira &#8211; cartão pré-pago</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">21,2</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">42,67</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">101,27%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Talão &#8211; dez folhas</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">2,82</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">2,66</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-5,67%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Talão &#8211; 20 folhas (segundo talão no mês)</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">12,78</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">12,93</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">1,17%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Cheque administrativo</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">18,21</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">18,62</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">2,25%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Cheque avulso</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">5,4</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">5,47</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">1,30%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Cheque devolvido por insuficiência de fundos</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">13,86</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">14,08</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">1,59%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Oposição/sustação de pagamento de cheque</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">10,87</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">10,84</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-0,28%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Inclusão no Cadastro de Cheques sem Fundo</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">17,73</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">17,87</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,79%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Exclusão do Cadastro de Cheques sem Fundo</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">23,32</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">23,74</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">1,80%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Cheque TB (Transferência Bancária sem CPMF)</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">2,31</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">2,32</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,43%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5 align="center"><strong>Conta Corrente                                                        </strong></h5>
</td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="76"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Adiant. a deposit., incl. excesso limite de ch. especial</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">111,54</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">111,9</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,32%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Concessão de cheque especial/conta garantida</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">227,99</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">231,83</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">1,68%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5 align="center"><strong>Movimentação de Recursos                                              </strong></h5>
</td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="76"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Saque em caixa automática externa/banco 24 horas</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">1,51</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">1,63</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">7,95%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Emissão de DOC &#8211; crédito</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">16,09</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">16,2</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,68%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Emissão de DOC &#8211; débito</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">20,6</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">20,71</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,53%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Ordem de Pagamento</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">27,09</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">27,31</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,81%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Transferência Eletrônica Disponível (TED)</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">16,3</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">16,38</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,49%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Em terminal  eletrônico</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">2,25</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">2,29</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">1,78%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Por outros meios</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">5,28</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">5,3</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,38%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Cópias de microfilmes, microfichas ou assemelhados</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">5,28</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">5,38</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">1,89%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5 align="center"><strong>Cobrança                                                              </strong></h5>
</td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="76"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Entrada por borderô (listagem de titulos)</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">15,46</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">15,47</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,06%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Entrada por meio magnético</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">5,38</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">5,39</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,19%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Entrada sem registro &#8211; por boleto emitido pelo cliente</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">4,57</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">4,6</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,66%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Envio para protesto</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">13,24</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">13,27</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,23%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Sustação de protesto</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">13,37</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">13,42</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,37%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Devolução de título</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">6,05</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">6,08</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,50%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5 align="center"><strong>Créditos                                                              </strong></h5>
</td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="76"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Abertura de crédito</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">1809,79</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">1812,62</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,16%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Renegociação de dívida</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">556,79</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">559,54</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,49%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5 align="center"><strong>Outros Serviços                                                       </strong></h5>
</td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="76"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Segunda via de documento</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">48,03</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">48,07</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,08%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Envelopamento de documentos</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">7,65</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">7,7</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,65%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Pagamento de funcionários via relação</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">2,19</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">2,16</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-1,37%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Pagamento de funcionários via meio magnético</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">1,93</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">1,91</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-1,04%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5 align="center"><strong>Capitais Estrangeiros e Câmbio                                        </strong></h5>
</td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="85"></td>
<td valign="top" width="76"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Exportação: Edição de Contrato de Câmbio</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">245,14</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">244,56</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-0,24%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Exportação: Edição de Contrato de Câmbio via Internet</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">205,94</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">203</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-1,43%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Exportação: Liquidação com Ordem de Pagamento</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">140,11</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">140,26</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,11%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Exportação: Conferência de Documentos</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">227,47</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">229,78</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">1,02%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Exportação: Câmbio Simplicado (todas as despesas do cliente no Banco)</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">197,57</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">199,05</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,75%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Importação: Edição de Contrato de Câmbio</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">247,95</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">247,35</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-0,24%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Importação: Emissão de Ordem de Pagamento</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">157,14</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">158,08</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,60%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Importação: Câmbio Simplificado(Todas as despesas do cliente no Banco)</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">188,98</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">190,48</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,79%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Financeiro -Ingresso de Recursos: Edição de Contrato de Câmbio</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">240,61</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">240,04</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-0,24%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Financeiro-Ingresso de Recursos:Edição de Cont. de Câmbio Via Internet</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">218,97</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">215,84</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-1,43%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Financeiro -Ingresso de Recursos: Liquidação com Ordem de pagamento</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">179,31</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">177,82</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-0,83%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Financeiro &#8211; Ingresso de Recursos: Confecção de ROF</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">623,63</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">620,4</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-0,52%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Financeiro &#8211; Ingresso de Recursos : Confecção de esquema de ROF</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">493,1</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">489,87</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-0,66%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Financeiro &#8211; Ingresso de Recursos: Confecção de Cadastro no Cademp</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">310,39</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">306,88</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-1,13%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Financeiro -Remessa de Recursos: Edição de Contrato de Câmbio</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">242,12</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">241,51</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-0,25%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Financeiro-Remessa de Recursos: Edição de Cont. de Câmbio Via Internet</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">189,1</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">185,87</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-1,71%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Financeiro &#8211; Remessa de Recursos: Emissão de Ordem de Pagamento</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">147,66</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">148,63</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">0,66%</h5>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="321">
<h5>Financeiro &#8211; Remessa de Recursos: Alteração de ROF</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">355,42</h5>
</td>
<td valign="top" width="85">
<h5 align="center">353,67</h5>
</td>
<td valign="top" width="76">
<h5 align="center">-0,49%</h5>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><em>Fonte: Marcelo Almeida, Folha de S.Paulo</em></p>

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